quinta-feira, 31 de julho de 2014

O NASCER DE NOVO






Nicodemos era uma pessoa de muita influência social, tinha o título de doutor da lei (mestre da lei), era fariseu e membro do conselho da Corte Suprema do Sinédrio em Jerusalém, onde lia e interpretava ao povo - o Antigo Testamento das Escrituras sagradas de Moisés e dos Profetas.

Descreve o evangelista João que: Nicodemos foi à noite falar com Jesus assuntos referentes às coisas sagradas, e abordou a Jesus nestes termos:

Mestre!  bem sabemos que és vindo de Deus à Terra, porque nenhuma pessoa pode fazer estes sinais que Tu fazes, se Deus não for com essa pessoa.

De imediato, Nicodemos já reconhecia que Jesus era um Ser superior enviado do seio de Deus, ao mundo dos homens, para desenvolver uma missão de grande poder perante a humanidade terrestre (João 16. 28).
     E os sinais que Nicodemos se referia: eram os fenômenos sobre-humanos que irradiava da personalidade do Cristo, as curas extraordinárias que Jesus estava realizando no toque prodigioso de suas palavras: paralíticos andavam, cegos enxergavam, loucos recobravam a saúde mental, leprosos eram limpos, cancerosos eram curados, e mortos ressurgiam.
    Jesus foi direto ao assunto porque leu na psicosfera mental de Nicodemos as suas preocupações íntimas e aquilo que ele desejava saber naquele momento: como entrar e participar das grandezas do reino de Deus
   Sim, o Reino de Deus era um dos temas fundamentais da mensagem que Jesus estava difundindo no meio das comunidades daquela época. Não esqueçamos: Deus é Espírito (João 4. 24), e o seu reino, ou seja: condição, estado, grandeza é de natureza espiritual. 
    E, Jesus sondou os questionamentos interiores de Nicodemos porque tinha a capacidade de analisar o íntimo das pessoas, e respondeu-lhe:

Na verdade, na verdade, te digo: que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.

Jesus falava a linguagem apropriada para os homens conforme os conhecimentos da época. No caso do esclarecimento a Nicodemos foi de forma universal: aquele, ou seja todos estão sujeitos a este princípio, que é de ordem natural.  

Comentários: A reencarnação é uma palavra adequada para os novos tempos, e que significa: a alma, ou espirito se submeter ao um novo nascimento, isto é, nascer de novo nos fluidos orgânicos do mundo físico para se elevar no intelecto e no moral, desenvolver interiormente a sua consciência espiritual aperfeiçoando-se nas virtudes celestes, com o objetivo de alcançar o plano mental divino, que é o mesmo sentido do Reino Divino, - um estado intelectual de Espírito puro que dá as condições naturais para o ser ingressar definitivamente no seio imaterial do Cosmo Celestial..

  continuação do ensino: nascer de novo 
                            relato bíblico
                                 João 3. 1-3

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

EDIFICANDO COM JESUS




Falaremos quantas vezes for necessário para a conscientização interior do ser: A boa nova de Jesus é o mais elevado código de moral espiritual para a vida eterna do Espírito a desdobrar-se nos planos celestiais do infinito.
                                                  

     
Vide várias obras consoladoras da revelação espiritual expostas através dos Espíritos: O Livro dos Espíritos/Allan Kardec; A Caminho da Luz/Francisco Candido Xavier; Voltei/Francisco C Xavier; Caminho, Verdade e Vida - Pão Nosso - Vinha de Luz - Fonte Viva/Francisco C Xavier; Perfis da Vida/Divaldo P Franco; Conduta Espírita/Waldo Vieira; Universo e Vida/Hernani Santanna; Os Quatro Evangelhos/João B Roustaing (e muitas e muitas outras). 

    Por isso a importância de estudar para conhecer, e esforçar-se em vivenciar esses conceitos benéficos para a nossa interação com Deus - o Nosso Pai Celeste. E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Cada dia, em nossa encarnação terrestre, são oportunidades novas que temos para buscar crescer com consciência nessa conquista de despertar os tesouros imperecíveis que estão adormecidos em nós mesmos. Não podemos enterrar os talentos que o Pai, por meio do Cristo, semeou em nosso ser.
   E, que se encontram à espera de nossa iniciativa a fim de labutar esse aperfeiçoamento para a nossa felicidade eterna: no belo, na harmonia saudável, no labor construtivo, na paz de consciência, na iluminação dos sentidos, na busca interior da perfeição, no amor divino, no desenvolvimento com Jesus, o nosso guia celeste que orientou:

"Todo aquele que ouve as minhas palavras e as pratica, compará-lo-ei a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. E desceu a chuva, correram os rios, e assopravam os ventos, e arremessaram contra aquela casa, que não caiu, porque estava edificada sobre a rocha". 

      Porém, aquele que ouve as minhas palavras e não as cumpre é semelhante ao homem insensato que edificou a sua casa sobre areia. E desceu a chuva, correram os rios, assopravam os ventos, e combateram aquela casa, que caiu, e foi grande a sua ruína. 

                               relato bíblico
                              Mateus 7. 24-27

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segunda-feira, 28 de julho de 2014

PORTA ESTREITA






 "Entrai pela porta estreita... (Mateus 7. 13 a 14)"
  “Nem todo que me diz Senhor!.. Senhor!.. entrará no Reino dos Céus...” (Mateus 7. 21)

O Reino dos Céus é o mais alto estado de consciência cósmica com Deus, é a vida eterna no seio imaterial nos Planos mentais de Deus, onde o ser consciencial passa a ser parte integrante desse estado feliz de Espírito puro como agente divino na Criação, desenvolvendo missões para a harmonia da vida universal no seio extrafísico da Natureza. Não é uma existência contemplativa em ociosidades; e sim, atividade plena como mensageiros de Deus, e estão livres das limitações da matéria, de espaço e tempo - vide "O Livro dos Espíritos/Allan Kardec, cap 1, ítens 112 e 113 e, "A Gênese/Allan Kardec" cap XI, itens 26, 27, 28
   É como se fosse uma promoção mental da natureza do espírito humano para integrar-se definitivamente ao seio natural dos Espíritos puros angelicais. Tudo nos reinos da Natureza segue um programa de evolução, e assim como a lagarta abandona o seu casulo e passa pela metamorfose, e se transforma em uma borboleta, da mesma maneira acontece no reino espiritual em todas as dimensões da vida inteligente, onde o espírito vai ascendendo no infinito celeste até que seu corpo espiritual (perispírito) resplandeça em irradiações da luz divina. Não se consegue esse estado de espírito em uma só encarnação planetária, por isso Jesus conscientizou a um Sacerdote da lei: "necessário vos é nascer de novo."  

Participar dessa natureza no seio divino somente é possível quando a consciência espiritual tiver totalmente purificada na sua essência criadora. Não adianta, portanto, apenas almejar o reino de Deus com aparências exteriores (Lucas 17. 20-21), sem no intenso do íntimo buscar desenvolver o bem divino, as virtudes celestes no amago do ser. O Mestre deu a eficácia: “pela árvore se conhece os frutos. E árvores boas produzem bons frutos (Mateus 7. 16- 20)".

Deus é a essência no bem em todas as coisas, é o Pai das Luzes (Tiago 1. 17). E para estarmos integrados com o divino temos que interagir com o bem na ordem da criação (Mateus 5. 16).

E aqueles que não conseguirem na encarnação terrestre a condição espiritual para essa integração completa com o reino divino (estado de consciência espiritual), após adentrarem o Mundo espiritual, estarão por acaso definitivamente apartados de alcançar a glória do plano de Deus?
   Não, de maneira alguma, se Deus é amor infinito, esse mesmo amor dará outras oportunidades, num porvir a transcorrer, em outros renascimentos no plano material (reencarnações) a desenvolver nas crostas planetárias, àqueles que sentirem essa necessidade de interação eterna com o divino nos planos da consciência espiritual, pois é o próprio Jesus que assim definiu na sua missão salvadora não excluindo as Almas sofredoras do além, fez questão de levar também o conhecimento da sua palavra consoladora aos espíritos presos (em situações expiatórias), os quais foram rebeldes a Deus em gerações passadas anterior à vinda do Cristo ao planeta Terra - vide I Pedro 3. 18 a 20 e I Pedro 4. 6

Somente existe condenação sem remissão no meio dos egoístas - questão 171, de "O Livro dos Espíritos/Allan Kardec". Com o Reino de Deus, a consciência espiritual aprende a buscar e trabalhar a perfeição,  pois a Justiça Divina é educadora. E esse aperfeiçoamento intelectual e moral se concretiza através de muitos aprendizados.

Não esqueçamos esta orientação: Na casa do Pai Celeste há muitas moradas (João 14. 2) Moradas planetárias nas mais diversas ordens e categorias de aprendizados para a glória da vida eterna. 
     E, somente se ingressa realmente nessas moradas para fazer parte como um habitante natural passando pelo nascimento normal, de acordo com as leis naturais que regem essas biosferas celestiais.

                              relato bíblico
                                 Mateus 7. 14-29

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domingo, 27 de julho de 2014

AÇÃO ÚTIL






“Pedi, e dar-se-vos-á...” Mateus 7. 6

O caminho da nossa elevação espiritual nos apresenta muitas etapas de aprendizado, algumas podem ser largas e espaçosas, porém cheias de atrações que exigem mais precaução em prol dos objetivos maiores para a nossa integração com o Reino Celeste (estado de consciência espiritual com o Pai), e se não temos equilíbrio podemos nos comprometer e até desviar a nossa vigilância dos perigos que podem resultar em reações espinhosas.
    Muitas vezes as coisas que nos são dificultosas e que apertam a nossa caminhada elas nos corrigem e nos educam para a Vida Maior, assim ocorre o auto-aperfeiçoamento moral do ser para o Reino espiritual. Por isso Jesus conclamou: “entrai pela porta estreita... Porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida (ao seio imaterial de Deus)” (Mateus 7. 13-14)  
           
         
Todos nós temos um grande incentivo que nos assiste invisivelmente, e muitas vezes intuindo ideias saudáveis em nossas decisões mentais, para conduzir a nossa consciência no caminho do bem, e mais uma vez é uma orientação de nosso Mentor celeste: “pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á...” (Mateus 7. 7-11)


Vamos persistir no bem divino! Jamais desanimar de nossa interação celeste com Jesus, que é o caminho de nossa felicidade eterna para o Reino de amor e paz no Cosmo celestial.

                           relato bíblico
                         Lucas 11. 9-13

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sábado, 26 de julho de 2014

PRIORIDADE CELESTE






“Buscai primeiro o Reino de Deus...” (Mateus 6. 33)

A vida material de todo ser inteligente no planeta Terra tem um propósito, e esse objetivo é de ordem divina. Ninguém nasce por acaso, até os cabelos de nossa cabeça estão contados (Lucas 12. 7).
   Hoje com a descoberta científica do DNA, é possível sabermos que existe uma elevada técnica molecular que ordena geneticamente o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos.
    Se não há acaso na tecnologia da obra do homem... Tão pouco pode haver acaso na obra de Deus! Claro! A criação de Deus é toda inteligente.

O objetivo principal da existência material do ser humano, no planeta Terra, é o desenvolvimento da consciência espiritual. Deus criou a encarnação humana a fim do Espírito imortal evoluir para a perfeição cósmica (questão 132, de O Livro dos Espíritos – Allan Kardec)  

Por isso a razão de Jesus convocar a todos os seres humanos: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua Justiça, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas (Mateus 6. 33)”

Os sentidos da felicidade eterna na vida espiritual têm que ser o objetivo principal do ser inteligente, e que devem ser priorizados acima dos desejos temporais da breve existência carnal.

                             relato bíblico
                                    Mateus 6. 33

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

AUTO-PERDÃO






O princípio fundamental de relacionamento dos seres inteligentes que rege o Universo é o amor divino.
    O amor divino está presente em toda vida material e espiritual.
   Está na luz solar que ilumina e sustenta de graça a existência planetária;
   Está no oxigênio que envolve a atmosfera terrestre e que respiramos de graça para a nossa manutenção física; 
   Está na vida material quando recebemos de graça um corpo carnal para evoluirmos como seres inteligentes; 
  Está também na imortalidade de nossos Espíritos que Deus deu de graça para gozarmos a vida eterna.
    Por isso o Apóstolo realçou que
Deus é amor (I João 4. 8) e esse amor cobre a multidão de nossos pecados (carma) (I Pedro 4. 8); e, ninguém vai alcançar a plenitude do Reino Divino guardando mágoas e rancores do próximo, eis a razão de Jesus vincular o perdão do amor divino ao perdão fraternal com o próximo:

Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas que eles cometem contra vós, também vosso Pai Celestial vos perdoará as vossas ofensas, "que cometeis diante da Justiça da Vida".  - Mateus 6. 14-15
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai Celeste não vos perdoará as vossas ofensas (pecados)

    Resumindo o princípio celeste da indulgênciaAssim como desejamos que Deus seja misericordioso com as nossas transgressões pessoais, nos perdoando em seu amor infinito nossos pecados que cometemos no transcurso da vida: por pensamentos, palavras, atitudes e atos...
    Da mesma maneira devemos também ser caridosos e indulgentes com o nosso próximo perdoando também as suas ofensas e agressões, que eles cometem contra nós, orando e abençoando as suas vidas para que esses desafetos se dissolvam na grande luz e amor do Criador de todos os seres - Pai Nosso que estás nos Céus.

                          relato bíblico
                        Mateus 6. 14-15

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Voz do espírito